
Uma notícia triste para o rock foi lançada ontem: o guitarrista Malcolm Young está deixando a banda AC/DC após 40 anos de serviços prestados. Os rumores já vinham correndo a alguns dias. A causa é uma doença debilitante. O restante do grupo, contudo, vai continuar na ativa, já que havia planos para um álbum e uma turnê mundial próximos.
O vocalista Brian Johnson disse ao jornal britânico The Telegraph que a banda segue ativa, mas não descarta a possibilidade da próxima turnê mundial ser a última.
Embora escoceses, os guitarristas Malcolm e Angus Young cresceram na Austrália e lá formaram o AC/DC em 1973. A banda ganhou impulso com a entrada do vocalista Bon Scott no ano seguinte. De sucesso imediato na Austrália, o AC/DC ganhou projeção internacional em 1977 e virou uma das principais bandas do cenário do rock pesado com o lançamento do álbum Highway to Hell, em 1979, o último gravado com o Bon Scott, que morreu vítima de excesso de álcool no ano seguinte.
Brian Johnson foi o seu substituto e permanece na banda até os dias de hoje. O AC/DC ganhou uma nova leva de fãs nos últimos anos, com suas canções servindo como trilha sonora para os filmes do Homem de Ferro da Marvel Comics.


Não imagino o AC/DC sem a presença do seu “chefão”. Ele é o maestro!
Essa notícia apenas nos faz lembrar (novamente e infelizmente) que o rock ‘n roll está ficando, a cada dia, mais órfão. Os grandes nomes estão se aposentando ou morrendo.
Eric Clapton é um deles. BB King sofreu um triste contra-tempo em seu último show (resultado direto de seus quase 90 anos). E não há herdeiros!!!
Infelizmente, num futuro próximo, teremos que recorrer apenas aos arquivos para não deixarmos o rock n’ roll morrer. É o que ocorreu com outros gêneros, como a Bossa Nova e o clássico.
Este ano faz 20 anos da morte de Tom Jobim. Não poder vê-lo mais ao vivo é triste. Resta-nos os arquivos visuais e musicais. Mas não é a mesma coisa.
Por outro lado, mesmo depois de mais de 200 anos, Mozart, Beethoven e tatos outros gênios da música clássica ainda estão “vivos” e sendo tocados nas orquestras, mesmo que não possamos vê-los ao vivo.
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lucy,
Óbvio que a perda é irreparável, mas permita-me discordar quando ao “maestro”. Penso que esse papel é do Angus, que leva o som da banda, e que a pessoa dele meio que se funde com a figura do AC/DC. Ele é, além do maestro, a imagem da banda.
Sou fã do AC/DC desde 1991, ano que terminei meus estudos e descobri aquela guitarra louca do Angus.
Abraços.
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Maestro ou não, é mais uma notícia que nos entristece e ao mundo do Rock. Rumores dizem que a banda poderá se aposentar, espero que não. quero vê-los aqui no Brasil em mais um show. Desejo que o Malcolm Young possa viver muito ainda e que possa se recuperar. Tenhamos fé. Abraços.
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