
O site Bleeding Cool continua “revelando” segredos sobre a produção de uma sequência/prelúdio de Watchmen, a mais aclamada das histórias em quadrinhos, escrita por Alan Moore e desenhada por Dave Gibbons, publicada como uma maxissérie em 12 capítulos em 1985. Embora tal projeto não tenha sido confirmado nem pela DC Comics nem pelos autores envolvidos, esta já é a terceira arte a “vazar” mostrando personagens-chave da velha graphic novel. Antes, saíram artes do Comediante e do Coruja (veja aqui).
Agora, é a vez da Espectral, pelas mãos habilidosas da desenhista Amanda Conner. O site não informa quem será o responsável pelos roteiros, mas dá a entender que uma das quatro minisséries que comporão o projeto de prelúdio a Watchmen será dedicada à sensual heroína cujas relações são centrais à trama. No entanto, o desenho deixa clara qual será a ambientação da história dela: os anos 1960.
Na cronologia de Watchmen, os heróis uniformizados surgiram no final dos anos 1930 como uma reação aos bandidos que usavam máscaras na hora de cometer seus crimes. Em 1940, já havia uma grande porção de heróis uniformizados, então, alguns deles se reunirão em um grupo chamado The Minutemen, composto, dentre outros, pelo Comediante e as primeiras versões de Coruja e Espectral.
Nos anos 1950, tudo mudou quando surgiu o Dr. Manhattan, o primeiro super-herói propriamente dito, alguém com habilidades muito acima das humanas, alguém capaz de mudar à realidade. Com isso, o ambiente dos uniformizados se tornou mais sério, violento e sangrento. Na década seguinte, uma segunda geração de heróis surgiu, liderada por nomes como Rorschach, Ozzymandias, o segundo Coruja e a segunda Espectral (filha da primeira). Estes se uniram ao Dr. Manhattan e ao Comediante para formar os Watchmen, o segundo grupo de super-heróis, que entretanto, não funcionou muito bem e não durou muito.

No início dos anos 1970, o presidente Richard Nixon pediu ao Dr. Manhattan para intervir na Guerra do Vietnã e o resultado foi que os Estados Unidos ganharam a guerra rapidamente. Por isso, Nixon mudou a constituição e continou se reelegendo presidente indefinidamente. Ao mesmo tempo, uma grande onda de violência resultou na aprovação de uma lei que proibia os vigilantes de agirem, de modo que os Watchmen foram oficialmente extintos e a maioria abandonou a carreira. Apenas Rorschach continou agindo, sozinho, e o Comediante virou um tipo de agente secreto.
É nos anos 1980 que a história de Watchmen, a maxissérie, se passa, mostrando uma situação em que os velhos heróis começam a ser assassinados e a investigação de Rorschach aponta para uma grande conspiração.

Todo o passado aqui relatado é apenas sugerido ou contado rapidamente na maxissérie e o que o Bleeding Cool dá a entender é que a DC Comics irá contar essas histórias em mais detalhes. Seria uma oportunidade de, por exemplo, ver os Watchmen agindo como equipe, algo que não ocorre em nenhum momento da obra original.
O desenho de Amanda Conner se situa nos anos 1960, justamente o período em que a Espectral começa agir – com uns 16 anos de idade apenas – e ingressa nos Watchmen.
Outro detalhe importante que a imagem fornece é que, como também dá para perceber por meio das imagens do Comediante e do Coruja já publicadas, é que as novas séries irão mexer ligeiramente no visual dos personagens. Afinal, o visual dos heróis reflete demais o tempo em que foram criados: os anos 1980. Watchmen foi belamente adaptado para os cinemas pelo diretor Zack Snyder (de 300 e que agora cuida de Superman – O Homem de Aço) e, no filme, as roupas dos heróis são muito mais arrojadas e bonitas do que o material original dos quadrinhos.
As novas imagens parecem combinar elementos das duas fontes. Repare nas botas da Espectral e – leia o post anterior do HQRock sobre o assunto – na armadura do Coruja, por exemplo.
Segundo o site, o projeto de prelúdios a Watchmen será composto, pelo menos inicialmente, por quatro minisséries focadas cada uma em um personagem. O coordenador e principal roteirista do projeto seria o escritor/desenhista Darwyn Cooke (de A Nova Fronteira) e a arte ficaria a cargo de artistas como J.G. Jones, Joe e Andy Kubert, além de Amanda Conner e outros não revelados. Entre os roteiristas, foram citados anteriormente J. M. Straczynski e Brian Azzarello.
Este projeto segue sem a aprovação do criador da obra original, Alan Moore, que é extremamente crítico a tudo o que a DC faz.



cara q P é essa?
ai meu Deus. mas q arte da espectral doida.parece arte da turma da monica jovem. eu ja nao concordo em fazer algo a mais sobre wacthmen ja q é uma obra ja intocavel. agora afzer art pra criança??? olha…isso é o resultado inicial da mão da disney . futuramente a coisa tem a piorar. eu mesmo nao to levando fé nesse filme dos vingadores.
feliz ano 2012 Peixoto e vida longa ao HQROCK
GostarGostar