As coisas andavam calmas em Gotham City, então… Bum! E não foi o Coringa. Pelo menos não ainda: segundo a Variety, Robert Pattinson (de Crepúsculo e High Life) é o novo Batman. E aí as coisas ficam estranhas: tanto o Deadline quanto o The Hollywood Reporter negam a informação, dizendo que e contrato ainda não foi assinado e há outros nomes na mesa.

O Deadline insiste que Nicholas Hoult (o Fera dos filmes dos X-Men e que estrela a cinebiografia de Tolkien em breve) está na disputa pela vaga; e o The Hollywood Reporter ainda acrescenta mais dois nomes: Armie Hammer (J. Edgar, Cavaleiro Solitário, Me Chama por Teu Nome) e Aaron Taylor-Johnson (de Nowhere Boy – O Garoto de Liverpool, Vingadores – Era de Ultron, Kick-Ass).

Na verdade, nenhum dos nomes é uma novidade e vêm circulando o papel do Batman desde o ano passado, ainda mais depois que Ben Affleck finalmente anunciou que não reprisaria o capuz.

Qual é a pegadinha?

A Variety é conhecida como uma revista que não divulga rumores. Ela lida com notícias nas quais pode verificar as fontes oficiais. De modo similar, o THR, enquanto o Deadline é o que cai na tentação dos boatos de vez em quando. Mas são três das mais confiáveis fontes do entretenimento.

Então?

Eu apostaria o seguinte: se a Variety divulgou significa, no mínimo, que Pattinson está com o contrato na mesa para assinar. Pode não ter preenchido a linha pontilhada, mas está com ele na mão.

Talvez por isso o THR insista que o contrato não foi assinado.

Mas se minha conjectura estiver correta, Pattinson é o escolhido do diretor Matt Reeves e está apenas analisando os últimos detalhes antes de embarcar de verdade.

Os outros três – Hammer, Hoult e Johnson – seriam as alternativas do estúdio para o caso de Pattinson não assinar.

De qualquer modo, para esses três veículos estarem sinalizando isso, o anúncio oficial do novo Batman deve ocorrer muito em breve.

Talvez amanhã mesmo. Fique ligado!

The Batman deve estrear em 25 de junho de 2021 mostrando um cavaleiro das trevas no início da carreira, mas sem ser uma história de origem, e sim, uma abordagem mais humana e pautada no lado detetivesco do personagem.