Alguns dias atrás, correu um rumor por parte do superconfiável The Hollywood Reporter – de que o diretor David Ayer não teria gostado da performance do ator Jared Leto como o Coringa no filme Esquadrão Suicida (2016), assim como não o gostaram os executivos da Warner Bros. Os boatos vieram acompanhados da notícia de que Leto tentou usar sua influência – ele foi ganhador do Oscar de Melhor Ator Coadjuvante por Clube de Compras Dallas – para que o filme Coringa de Todd Phillips e Joaquin Phoenix não fosse produzido.

Em meio ao burburinho, o próprio David Ayer divulgou em sua conta pessoal do Twitter uma resposta, dizendo:

Esta informação está incorreta. Não são minhas palavras e nem as minhas ações.

No passado, o diretor já havia manifestado arrependimento por não ter colocado o Coringa com mais protagonismo em Esquadrão Suicida, inclusive, revelando que a ideia inicial era de que ele seria o opositor do grupo no filme e não a trama pautada na magia do longa.

A declaração não vai por fim ao ruído em torno do tema, ainda mais com o sucesso de Coringa e da performance de Joaquin Phoenix; mas de fato, o problema em relação a Jared Leto é menos de performance e mais de abordagem: o modo como o personagem aparece e a trama que o segue (meio sem propósito ou função) ao longo de Esquadrão Suicida. Um grande desperdício.

Quanto ao movimento do ator para enterrar a produção de Coringa, se isso é verdade, é simplesmente lamentável.

A notícia do THR diz ainda que a Warner disse ao ator que estaria desenvolvendo um filme sobre a relação entre o Coringa e a Arlequina e outro focado apenas no vilão apenas como estratégia para deixar o ator de molho, já que executivos do estúdio teriam detestado sua performance no papel.

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